15 de janeiro de 2026
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Dengue

Teutônia intensifica combate ao Aedes aegypti com aplicação de larvicida

Uso do VectoBac 12 AS ocorre de forma preventiva após aumento de armadilhas positivas

Por: Assessoria de Imprensa

10/01/2026 | 16:29 Atualização: 10/01/2026 | 16:34
Equipe realizou procedimento ao longo da semana. Foto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Teutônia
Equipe realizou procedimento ao longo da semana. Foto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Teutônia

A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Teutônia intensifica, de forma preventiva e emergencial, a aplicação do larvicida biológico BTI, por meio do produto VectoBac 12 AS, em pontos estratégicos. A medida foi adotada após a Vigilância Ambiental identificar aumento no número de armadilhas (ovitrampas) positivas para ovos e larvas do mosquito Aedes aegypti.

A ação ocorre mesmo com a redução temporária dos casos clínicos de dengue, uma vez que os indicadores ambientais apontam elevado potencial de proliferação do vetor. Em 2024, o município registrou 1.640 casos suspeitos da doença, com 468 confirmações e um óbito. Em 2025, foram de 1.108 casos suspeitos e 325 confirmados. Não houve mortes.

Segundo a pasta, a diminuição nos registros não elimina o risco epidemiológico. Ao longo de 2025, houve notificações de casos durante todo o ano, inclusive no inverno. As ovitrampas seguem apontando presença constante de ovos e larvas, com aumento recente após períodos de calor e chuva. Os ovos do Aedes aegypti podem resistir por até um ano em ambientes secos, com a eclosão a partir das condições favoráveis.

O BTI (Bacillus thuringiensis israelensis) é utilizado no controle biológico do mosquito e aplicado por equipes técnicas em locais com água parada que não podem ser eliminados, como valas, córregos e áreas alagadiças. O produto atua na fase larval, interrompendo o ciclo do mosquito, e é considerado seguro para humanos, animais domésticos e a fauna aquática.

A Secretaria reforça que as ações de controle dependem também da colaboração da população, com a eliminação de recipientes que possam acumular água em residências e terrenos, a fim de reduzir os criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

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