ELEIÇÕES 2026

Horário eleitoral no rádio e na TV começa nesta sexta-feira

Propaganda será veiculada até 1º de outubro nas emissoras de rádio e televisão, em dois blocos de 25 minutos

Por: Assessoria de Imprensa

28/08/2026 | 09:48 Atualização: 28/08/2026 | 09:50
Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE
Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE

O horário eleitoral gratuito das Eleições 2026 começa nesta sexta-feira, 28, nas emissoras de rádio e televisão. A propaganda será veiculada durante 35 dias, até 1º de outubro, três dias antes do primeiro turno, marcado para o dia 4.

No Rio Grande do Sul, a programação do primeiro dia de inserções será destinada às candidaturas ao Senado, à Assembleia Legislativa e ao governo do Estado. Os programas serão apresentados diariamente em dois blocos de 25 minutos: no rádio, às 7h e às 12h; e na televisão, às 13h e às 20h30.

Como neste ano serão renovados dois terços do Senado, o equivalente a duas vagas por estado, cada bloco reservará sete minutos aos candidatos a senador, nove minutos aos concorrentes a deputado estadual e outros nove minutos às chapas que disputam o Palácio Piratini.

Os candidatos à Presidência da República e à Câmara dos Deputados terão espaço às terças e quintas-feiras e aos sábados. Em cada bloco, serão destinados 12 minutos e 30 segundos à disputa ao Planalto e o mesmo tempo às candidaturas a deputado federal. Dessa forma, as primeiras inserções desses cargos serão exibidos neste sábado, 29.

Além dos programas em rede, as emissoras devem reservar 70 minutos diários, inclusive aos domingos, para inserções de 30 ou 60 segundos. As peças serão distribuídas ao longo da programação, entre as 5h e a meia-noite.

O tempo destinado a cada partido, federação ou coligação, vale sempre ressaltar, não é igual. Conforme a legislação, 90% são distribuídos proporcionalmente à representação das siglas na Câmara dos Deputados, enquanto os 10% restantes são divididos de forma igualitária entre as legendas que atendem aos requisitos legais.

A campanha deste ano também ocorre sob regras específicas para o uso de inteligência artificial. Conteúdos produzidos ou modificados com a tecnologia devem trazer identificação clara, enquanto o uso de deepfakes para alterar ou clonar imagens e vozes de pessoas reais é proibido. As regras foram reforçadas nesta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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