Torço para que nunca mais aconteça o que nossa região sofreu em maio de 2024. Mas também acho que é possível
sim que aconteça, até porque o nosso clima, na minha opinião, está passando por uma instabilidade. Há um tempo atrás as pessoas conheciam o tempo só de olhar para o céu, hoje não se pode mais ter certeza. Por vários motivos, e o principal deles é o próprio ser humano desmatando e invadindo áreas impróprias para construção, além de poluir nosso planeta. Cabe a cada um de nós fazer nossa parte.
Valdemir Lima – Teutônia
Acredito que o evento extremo vivido em 2024 foi algo raro e que enchentes e períodos de chuva intensa continuarão
fazendo parte da realidade da nossa região, embora não necessariamente na mesma proporção. Ao mesmo tempo, reconheço que fatores como mudanças climáticas, urbanização e aumento das atividades humanas podem influenciar o comportamento do clima, tornando alguns fenômenos mais intensos e imprevisíveis. Por isso, considero fundamental investir em prevenção, planejamento e infraestrutura, sem deixar de refletir sobre a importância de equilibrar o progresso com a qualidade de vida e a valorização dos laços familiares, da convivência comunitária e das tradições que fortalecem nossa sociedade.
Luis Fernando Bruxel – Teutônia
Os meteorologistas estão prevendo a volta do fenômeno El Ninõ e o aquecimento das águas do Oceano Pacífico. Se estas alterações se confirmarem, acredito que teremos chuvas fortes com enchentes, mas menores do que em 2024, porque haverá um maior monitoramento pela Defesa Civil e os municípios atingidos estarão melhor preparados para enfrentar as águas. Acredito em um fenômeno moderado.
Gládis Dickel – Teutônia
Acredito que a região ainda corre risco de novas enchentes graves neste ano, principalmente devido às fortes chuvas. Porém, fatores como o descarte inadequado de lixo e a ocupação irregular de áreas verdes também agravam a situação, pois dificultam o escoamento e a absorção da água, aumentando o risco de alagamentos e enchentes.
Thales Fleck – Teutônia