A história das três peneiras é uma reflexão que ensina a importância de filtrar o que dizemos sobre os outros antes de repassar qualquer fofoca ou boato.
Nela, um homem chega afoito para contar algo para o seu patrão sobre outra pessoa. O patrão o interrompe e pergunta se a informação passou pelo teste das três peneiras da sabedoria.
A primeira peneira é “a verdade”: você tem certeza absoluta de que o que vai contar é um fato verdadeiro? Essa é uma observação muito importante, porque geralmente sabemos apenas por “ouvir dizer”.
A segunda peneira é “a bondade”: o que você vai contar é uma coisa boa, que edifica ou ajuda o próximo? Se não for algo positivo, não serve para construir a reputação de alguém.
A terceira peneira é “a necessidade”, que também pode ser chamada de “utilidade”: é realmente necessário ou útil contar esse fato? Vai resolver algum problema ou melhorar alguma vida?
Se a informação não passa por esses filtros, o patrão conclui que o melhor a fazer é esquecer e calar, evitando espalhar discórdia e negatividade.
Agora, para quem é Cristão deve existir ainda uma quarta peneira, que é a peneira da “misericórdia”. Sempre precisamos nos colocar no lugar da outra pessoa. Isso significa ter misericórdia e compaixão.
Nesse ano eleitoral, aquilo que falo passou pelas três peneiras? Quantas vezes não tenho o real interesse de ver o outro feliz, mas procuro só em mim?