Logística no interior

Construção da nova ponte entre Linha Clara e Pontes Filho entra na fase final

Retirada da antiga travessia permite o avanço do aterro e de uma das cabeceiras, etapas necessárias para liberação da travessia

12/08/2026 | 16:08
Foto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Teutônia
Foto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Teutônia

A construção da nova ponte entre as localidades de Linha Clara e Pontes Filho, no interior de Teutônia,  avançou para a reta final nesta semana, com a retirada da antiga travessia sobre o Arroio Boa Vista.  Por conta desta operação, o acesso foi bloqueado na manhã de segunda-feira, 9.  Agora, as equipes trabalham na execução do aterro e em uma das cabeceiras da futura estrutura, etapa necessária para viabilizar a utilização pela comunidade.

Durante essa fase, o local permanece interditado e os motoristas devem utilizar rotas alternativas para acessar a Linha Clara pela Linha Frank ou por Poço das Antas.  Conforme o Executivo, a comunidade deve respeitar a sinalização e redobrar a atenção nas proximidades. A expectativa é de que os serviços sejam concluídos nos próximos dias, a fim de liberar a passagem.

Mais sobre a estrutura

Viabilizada com recursos da Defesa Civil Nacional, no valor de R$ 1.699.821,43, a obra é executada pela empresa DG Participações e Construções.  Inicialmente prevista para o primeiro semestre, a conclusão foi adiada para julho por conta de um atraso na concretagem e postergada por mais algumas semanas devido ao excesso de chuvas.

Mais alta, a nova ponte terá 30 metros de extensão e 8,5 metros de largura, mão dupla, e passarela para pedestres. Sua capacidade será de 45 toneladas. Tais características devem, de acordo com o Executivo, melhorar o escoamento da produção e facilitar a rotina de quem se desloca entre as localidades.

Construída em concreto armado e protendido, foi projetada para a não ter pilares no leito do arroio e proporcionar maior resistência em períodos de cheia. A estrutura removida possuía esse apoio central, o que causava um acúmulo de materiais como galhos, vegetais e outros materiais durante o aumento das águas e prejudicava a vazão. Além disso, o vão era menor e o trânsito ocorria apenas em mão única.

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