Conta-se que, certa vez, a rainha enviou dois buquês de rosas ao sábio Rei Salomão. Os dois buquês eram idênticos, mas um era autêntico e o outro falso. Salomão deveria selecionar as flores naturais. Sua tarefa não foi fácil, sendo que os buquês eram encantadores e apresentavam aspecto, fragrância, maciez e fragilidade iguais. Salomão pensou e, num segundo, abriu a janela que dava para o seu famoso jardim. Em poucos instantes o seu dormitório foi invadido por um pequeno enxame de abelhas que, sem hesitação, pousaram nas flores verdadeiras. É da natureza das abelhas distinguirem a flor verdadeira da falsa. Também é da natureza de Deus reconhecer as diferenças entre a adoração sincera e a adoração simulada.
Queremos ser pessoas próximas de Deus e queremos adorar a Deus de forma autêntica. Sonhamos com a eternidade, pois cremos e confessamos isto cada vez que pronunciamos o Credo Apostólico. Portanto, se queremos viver a eternidade ao lado de Deus, por que não ensaiamos andar com ele já aqui neste mundo? Quem sabe uma fé mais autêntica nos ajuda nesta tarefa. Não precisamos mostrar aos outros nossa fé, pois isto nem conseguimos fazer, mas, precisamos sim, nos dedicar mais a Cristo, transformando nossas atitudes em amor e gratidão, fazendo este mundo um lugar melhor para viver.
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