Os vereadores de Westfália aprovou cinco matérias na sessão dessa quinta-feira, 20. Entre elas, o projeto 079, que autoriza o Executivo a destinar até R$ 33,25 mil à realização da Festa Anual da Pessoa Idosa. Em 2026, o evento será realizada no dia 23 de setembro, a partir das 10h, no Ginásio de Linha Paissandu. Conforme o Executivo, o recurso será destinado aos custos do almoço, animação musical, transporte e demais programação.
Em relação aos pedidos, a Mesa Diretora, formada por Gilberto Pott (MDB), Sidimar Lindemann (PSDB) e Evandro Ahlert (PSDB) reiterou questionamentos sobre a política municipal de bem-estar animal, tais como quantos cães e gatos foram castrados, valor investido, quais instituições participam do programa e quais resultados foram alcançados. Também foram cobradas informações sobre animais de rua, cães comunitários, colônias de gatos, apoio a cuidadores e possíveis ampliações da política.
Anelise Grimm Horst (MDB) solicitou informações sobre todos os contratos de assessoria e prestação de serviços vigentes desde janeiro de 2025, além dos eventualmente firmados antes desse período, além de serviços contratados por meio do Consisa. Entre os dados requeridos estão empresas e profissionais contratados, objetos dos contratos, valores, carga horária, forma de contratação, pagamentos, aditivos e situação atual de cada vínculo.
A parlamentar também solicita a manutenção da iluminação da quadra de areia localizada junto à Praça da Amizade, no Bairro Germânia. Já o trio de progressistas formado por Alexandre Grana e Diogo Antônio Radavelli e Carlos Möllmann propôs que a administração custeie as refeições dos integrantes do Coral Municipal quando o grupo se apresentar em outra cidade.
Tribuna quente
O debate sobre uma eventual nova sede legislativo voltou à pauta. Ao presidente Pott, Diego afirmou que “não mais admitir” que ele ou outro parlamentar opine sobre sua concepção acerca do tema. Parte dos parlamentares defende a construção, a fim de liberar o espaço para o Executivo, enquanto a outra considera a obra somente de se houver amplos recursos. O progressista questiona o surgimento da “súbita necessidade”.
Sobre o assessor jurídico da casa, o parlamentar disse que não questiona a capacidade técnica, mas a “parte moral” e e declarou que a bancada encaminhará uma denúncia ao Ministério Público sobre sua conduta. À Anelise, negou “persegui-la” e disse que a emedebista “cria narrativas quando não tem seus pedidos de interesse particular atendidos”.
Grana relatou que a empresa contratada para fazer a segurança de prédios públicos e escolas em 2024 não preenchia o requisito para essa atividade, pois esse serviço não constava na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).
A respeito da denúncia a ser feita, afirmou que o assessor jurídico ” teria, sim, cometido crime, e “um perito será trazido para atestar o uso do computador para fins pessoais”. Mencionou a espera que, com base nessa análise, “sua contratação seja revista”. Sem citar nomes, criticou vereadores da oposição que nunca teriam se posicionado acerca de denúncias diversas feitas no passado e casos “abafados”. “Não vou varrer sujeira para debaixo do tapete, tanto do passado quanto do futuro e agora no presente. Se tiver cidadão que diga que eu dei um R$ 1 para pedir voto ou que prove que eu me neguei a ajudar, renuncio o meu mandato”, concluiu.